Sábado, 27 de Junho de 2009

4º Cap. - Aposta

 

Aqui fica mais um Cap. =D

 

 

Espero que gostem ;)

 

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4º Cap. – Aposta
 
“ Ficamos ali deitados na clareira, um ao lado do outro de mãos dadas. A sua pele brilhava, como se fosse feita de diamantes, suave e macia, branca como a neve. A sua beleza era única, era prefeita. O seu cheiro, não tinha palavras para o descrever, tão doce, melhor que qualquer perfume. A sua voz era suave e aveludada. Não acreditava que algo pudesse existir até encontra-lo. Até encontrar o meu Edward.”
- Ó Bela Adormecida acorda que já são horas! – Gritou o Kellan à porta do meu quarto.
Já sabia que o meu sonho não iria durar muito tempo, Kellan tinha por habito acordar-me sempre nas melhores partes.
Alguém bateu à porta.
- Pode entrar. – Autorizei eu, meia ensonada.
A porta abriu-se e a minha mãe entrou, atrás dela estava o Kellan a espreitar com um ar de gozão.
- Então Mel, não é costume o Kellan acordar primeiro que tu, o que aconteceu?
- Desculpa mãe, fiquei a ler ate tarde… – Ela parecia espantada.
Levanto-te da cama, apanho o livro que tinha caído depois de eu adormecer e meto-o em cima da mesinha de cabeceira ao lado do despertador que mostrava, em letras grandes e vermelhas, que eram 11:30 da manha.
- 11:30? Já? Meu Deus, tenho de me despachar!
- Para que? – Perguntou o Kellan, ainda do lado de fora do meu quarto.
- Kellan, sai daqui para eu me vestir, ou já te esqueceste que hoje é o dia da Gala?
- Ahahah, calma Mel, só tens de te começar a preparar por volta das três, ou queres sujar o vestido todo? – A minha mãe falava com um brilho nos olhos, nem parecia que na noite anterior estivera tão mal.
- Mel?! Estou espantado, a minha irmã quer se preparar para a Gala? – Kellan quase que não conseguia falar no meio das gargalhadas. – Deixa-me adivinhar, aposta?
- Yap, com a “Miss Arrogante” da minha turma, a Cloe. – Respondi.
Tinha apostado qualquer coisa como humilha-la em frente a todo o secundário ou coisa do género. O que tinha de fazer? Essa era a pior parte, a minha mãe teve a brilhante ideia de organizar uma feira antes da Gala, em que havia balões, algodão doce, pipocas, carrosséis, banquinhas de limonada e de beijos, sim uma banca de beijos. O dinheiro iria para uma instituição de crianças perto do hospital de Arizona. Por brincadeira, a minha mãe inscreveu-me na banca de beijos e não era a única, também iria lá estar a Amy, a Cloe e o seu grupinho de cobras: Sasha e Charlotte, podemos dizer que a Cloe e o seu grupinho são as “Barbies” lá da escola mas em vez de serem as Barbies boas e sempre sorridentes eram arrogantes e anti-sociais. É claro que todos os rapazes ficavam babados quando elas passavam, não posso mentir dizendo que elas são feias. Só de pensar que iria voltar a ver a Amy, arrepiava-me toda, éramos como irmãs e ela foi a primeira a saber do inicio do meu namoro com o Mike. Kellan pareceu dar pela minha pausa de quase dois minutos.
- No que consiste a aposta? – Perguntou a mãe
- Não me digas que é a banca de beijos. – Troçou o Kellan
- Acertas-te na muche brinquei – Não gosto lá muito da ideia, mas o resultado final é como uma luz no fundo do túnel.
- Mel, filha, eu não gosto lá muito dessas coisas de apostas e vinganças, porque não fazes as pazes com a Cloe e voltam a ser amigas?
- Mãe, outra vez? Foi no infantário! Tinha menos de 5 anos! – Protestei.
 
***
O almoço passou rapidamente, bacalhau à Brás, sentei-me no sofá a fazer zapping. Mais uma vez tinha de ser o Kellan a interromper o meu momento de paz.
- Então maninha, estás pronta para a aposta? Ouvi dizer que um rapaz chegou aqui ao Arizona à pouco tempo.
- Kellan, não gozes comigo ‘tá? Já me chega os nervos… Mas já agora, quem é o rapaz?
sinto-me: cheia xD
música: Billy Jean - Michael Jachson
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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

3º Cap. Enjoos

3º Cap. – Enjoos

 

Corria em direcção da casa de banho de visitas enquanto pensava “Outra vez não! Outra vez não! Outra vez não!”. Sabia o que estava a acontecer, não era a primeira vez que acontecia e tudo indicava que também não iria ser a última.

Entrei na casa de banho e ajoelhei-me perto da minha mãe, com uma mãe tirei-lhe o cabelo da cada enquanto ela vomitava e chorava, com a outra mão livre fazia festas nas costas.

Kellan ficou à entrada da casa de banho, chocado, com Billy atrás de si a perguntar:

- Mel, o que se passa com a tua mãe? – Pela voz, Billy parecia chocado e ao mesmo tempo preocupado.

Quem não ficaria preocupado a ver uma mulher a vomitar sem parar, mesmo sem ter comido quase nada? Era uma mulher forte mas isto já estava a passar os limites.

 - Desde à uma semana para cá que anda sempre a vomitar, sente-se mal e tem tonturas. Já chegou a desmaiar uma vez. Ela recusa-se a ir ao médico, dizendo que é uma simples gastroenterite. – Respondi.

Aquilo não era normal, a minha mãe sempre teve a mania dos hospitais, tinha um arranhão, ela ia a correr à enfermaria comigo ao colo e depois mimava-me durante uma semana.

- Eu estou bem – disse ela, fez uma careta e voltou a vomitar. Assim que parou, levantou-se, lavou a boca, a cara, as mãos – Obrigada Mel.

 - Mãe, vamos ao hospital, já! – Ordenou o Kellan, pegou nas chaves do carro e gritou – MÃE, VAMOS?

 - Kellan, eu só precisso de um chá e de me deitar no sofá com o comando. Se me fizeres o chá e me deixares ficar como quero podes ir sair hoje. – Disse a minha mãe calmamente – Melhor, não tens horários de saída hoje.

- Mãe, isso é parvo, mas já que falas nisso… Vá deita-te e eu vou fazer-te um chá – respondeu Kellan com uma voz de brincadeira.

Segui-o até a cozinha, Billy ficou com a minha mãe na sala, não queria que ele se fosse embora.

- Kellan, vais mesmo sair?

- Não, estou demasiado cansado e preocupado para sair, vou só fazer-lhe a vontade. Aproveito e faço um chá para mim e para o Billy.

- Chá? Kellan? Essas palavras não combinam muito bem. – Brinquei com ele – Desde quando é que bebes chá?

- Desde que a Ash convenceu que ajudava a descansar o cérebro e que ajudava a decorar melhor as falas. Todas as noites depois das gravações juntávamos o elenco todo, bebíamos chá e contávamos história.

Pegou numa travessa, colocou três chávenas, encheu de chá e pegou com cuidado. Levou até a sala, poisou na mesa que estava em frente e sentou-se.

- Obrigada – respondeu a minha mãe.

- Vou para cima – Anunciei - boa noite a todos, se alguém precisar de alguma coisa acorde-me.

Ao subir as escadas reparei que não tinha sono nenhum, ouvia Kellan e Billy a falarem, ouvia os comentários da minha mãe ao programa da Oprah, ouvia a cadela do vizinho do lado a ladrar. Parecia tudo tão nítido, quando cheguei ao meu quarto, deitei-me na cama a olhar pela janela, estava uma noite estrelada.

Lembrei-me que tinha um livro por ler, saltei da cama, peguei no Crepúsculo e voltei-me a sentar-me na cama. Nunca pensei que a história fosse tão envolvente. Deixei-me levar pelas emoções, não ouvia nada, não sentia nada, canalizei todas as minhas atenções para aquela história de vampiros deslumbrante. Rapidamente encontrei o Emmett, brincalhão e animador, igualzinho ao Kellan.

Adormeci com o livro na mão e sonhei…

 

sinto-me: Esperançosa
música: SELFISH LOVE - PEDRO CAZANOVA feat. ANDREA
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Terça-feira, 23 de Junho de 2009

2º Cap. - Surpresa!!

Aqui vai o 2º Cap.

 

Novas personagens:

Kellan - Irmão de Melanie

Billy - Actor e vizinho

 

Nada de especial mas mesmo assim, espero que gostem ^^

 

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2º cap – Surpresa
 
Antes de descer as escadas decidi espreitar para a porta, não fosse ter uma surpresa desagradável. Não era de estranhar, espreitei tarde de mais, provavelmente essa visita já estava na sala ou na cozinha a elogiar as habilidades da minha mãe.
Desci as escadas com cuidado para não fazer barulho, entrei na cozinha receosa, mas sempre de cabeça levantada. Sentia as mãos a tremer mas não sabia porque.
- Vais demorar muito a vires cumprimentar-me, menina Melanie Lutz? – Perguntou uma voz familiar que vinha da sala.
Corri com toda a força que tinha e saltei para os braços do meu irmão Kellan, tinha voltado das filmagens de um filme chamado “Crepúsculo” e parecia que andavam todos fascinados com o livro, para ser sincera ainda não o tinha acabado de ler, estava esquecido em cima da secretaria ao lado de mais uns quantos que nunca tinha lido.
- Maninha, tas crescidinha! – Disse ele com um sorriso abrindo os braços para eu saltar para ele.
Fiz a vontade e saltei para ele, abracei-o com tanta força que era capaz de me magoar.
- Kellan! Meu deus, tantas saudades que eu tinha tuas! – Não consegui evitar e comecei a chorar.
- Eu também minha doce Mel, mas agora estás a chorar? Julgava-te uma rapariga forte! – Disse numa voz de brincadeira.
- Choro de alegria Kellan, mas tem-se passado tanto e foi tão difícil ficar longe de ti. – As lágrimas voltaram a inundar-me o rosto e desta vez a sensação não foi de alegria.
- Ouh minha “pequerrucha”, não chores pronto, agora já estou aqui. – A voz dele continuava forte mas suave, era como a brisa da primavera. – Queres ir lá para fora jogar um pouco futebol antes de jantar ou simplesmente falar?
- Não estás cansado?
- Nah, dormi bem no avião, deixa-me ir só dar mais um beijinho à Dona Annebelle. Arranja uma bola boa! – Gritou esta última frase quando já ia a caminho da cozinha.
Para ser sincera não estava com grande vontade para voltar a subir todas aquelas escadas, mas dar uns quantos pontapés na bola iria ajudar-me a esquecer aquele dia. Não que quisesse esquecer da surpresa do Kellan, a melhor coisa que aconteceu hoje, mas de tudo o resto, o Mike, a Amy, o jogo, tinha a cabeça cheia de coisas que não valiam a minha atenção.
Quando cheguei ao meu quarto sentei-me na cama a olhar para o livro e pensei “Tenho de o ler o mais rápido possível, se toda a gente gostou porque é que eu não vou gostar?”.
- Mel, tas a fazer serão ou vais descer com a bola? – Gritou o Kellan do jardim a olhar para a minha janela.
Peguei na bola que estava mesmo ao lado da porta e mandei-a pela janela.
- Assim está melhor?
-Sim, vá desce!! – Notava-se uma pinga de impaciência na voz dele, juntamente com a ansiedade.
- PARA A MESA LUTZ!! – Gritou a minha mãe da cozinha, gostava quando ela chama-nos assim, fazia sentir-me completa. O Kellan revirou os olhos ao ouvir aquela frase e disse algo do género “Acertamos contas depois do jantar” ou parecido.
Sentei-me à mesa e tentei fazer um ar alegre o que não correu lá muito bem, Kellan viu logo que estava a fingir e começou logo a contar um relato de um dia de gravações para ver se me distraia.
- Mel, durante as gravações, a kris teve de vir aqui ao Arizona para gravar uma cena, não a viste? Eu já estava a treinar para morder pescoços quando ela chegou. – Começou-se a rir da minha cara quando disse “morder pescoços”.
- Mas que raio Kellan, estamos à mesa, podias ter uma conversa mais civilizada? – a minha mãe parecia que vomitando, eu estava curiosa para saber aquela historia mas se voltasse a tocar naquele assunto durante o jantar bem podia dizer adeus às batatas fritas.
- É claro mãe, mas queres falar do quê? – Perguntou Kellan com gentileza, quase com voz de quem pedia desculpas.
 - Esta Sábado temos a Gala de Primavera e tu também vens Kellan.
- Mãe?! Tem mesmo de ser? Já tenho coisas combinadas para sábado. – Refilou o Kellan – E alias, tenho de começar a estudar o guião para o próximo filme da saga.
- Leva-me contigo Kellan! – Implorei a brincar – Ela vai-me obrigar a vestir um vestido!
Entre conversas e brincadeiras, alguém toca à campainha, como sempre tinha de se eu a levantar-me da mesa porque o Kellan nunca faz nada e a minha mãe estava a levantar a mesa para servir a sobremesa. A campainha voltou a tocar, desta vez fui forçada a levantar-me:
- Não estás à espera que seja eu a ir abrir pois não? Vá lá Mel – Mal tinha chegado já estava a dar-me ordens, odeava quando me fazia isto.
Olhei pelo vidro da porta e vi um homem de bigode, com uma cara familiar, chamei a minha mãe que quando viu quem era, abriu logo a porta e deu um abraço apertado.
- Billy! – Exclamou ela feliz – Há quantos anos?
- Ann! Já tinha saudades! Deixa-me adivinhar, esta pequena é a Melanie? – perguntou ele dirigindo-se a mim
- Pequena não, Melanie sim. – Respondi eu, com um sorriso simpático.
A minha mãe pareceu ignorar-me, tentei escapar-me para o quarto mas foi apenas uma tentativa sem sucesso.
- Mel, querida, leva o Billy até à cozinha que eu vou buscar mais uma caixa de gelado.
Acenei com a cabeça dando sinal à minha mãe e segui devagar até à cozinha, Billy vinha atrás de mim com um passo firme e para minha surpresa (mais uma) parecia que o Kellan já o conhecia.
- Olha o Emmett, já não te via há umas horitas – Disse Billy a rir.
- Billy?! Porque não me disseste que vinhas para aqui? Eu tinha oferecido boleia!
- Alguém me pode explicar o que se passa aqui? – Perguntei baralhada. “Emmett”? Mas do que estavam a falar? “Não te via há umas horas”?
No fundo do corredor ouvia os passos da minha mãe. Provavelmente ia entrar aqui toda eléctrica e não me ia dar uma explicação suficiente para eu entender o que raio estava a passar na minha cozinha.
- Mel, este é o Billy, mora à nossa frente, é actor, conhece-te desde os dois anos mas não te deves lembrar muito bem. Veio agora de Forks comigo, faz de Charlie, pai de Bella, no filme.
- Que belo resumo Kellan. Desculpa Mel, esqueci-me que da última vez que te vi andavas de fraldas e a correr pela minha casa com uns óculos de sol em forma de corações – Disse Billy a rir.
Parecia estranho mas tinha uma memória estranha de uma casa de paredes amarelas, e de uma menina de fraldas, t-shirt do tweety e uns óculos de sol em forma de corações agarrada à saia da mãe. Comecei-me a rir daquela imagem.
- Tenho uma vaga ideia, também me lembro de uma t-shirt do tweety – Disse rindo.
- Ahah, dessa t-shirt é que eu já não me lembrava. Ofereci-te quando fizeste um ano, acho.
- Mel, a mãe? – Perguntou o Kellan preocupado – Ouvi os passos dela à uns minutos. Onde foi ela?
 
 

 

sinto-me: cheia :P
música: The Unforgiven: Metallica 1991
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

1º Cap. - Os Vestidos

O 1º Cap, espero que gostem ^^

 

Personagens:

 

Melanie - Rapariga Principal

Annebelle - Mãe de Mel

Mike - Ex - Namorado de Mel

Amy - Ex - Amiga e actual namorada de Mike

 

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1º cap. -Os vestidos
 
Tinha acabado de vir de mais uma derrota no último jogo inter-escolas, pensava que aquele dia não podia piorar quando a minha mãe aparece no meu quarto com mais uma caixa cheia de vestidos de galas e casamentos.
- Mãe, já te disse que não quero ir a essa gala estúpida.
- Mas filha é a Gala de Primavera! Sabes muito bem que é a maior Gala dos últimos anos, temos que ir! É a única coisa que te peço.
- “É a única coisa que te peço.” Sabes bem que não é assim, mas ok…
- Isso é um sim? – Ela já dava pulinhos com a caixa nos braços – Vamos escolher o vestido!
- Mãe, eu não disse que sim, e aliás porque é que tenho de ir eu e não a Jane?
- Melanie, sabes que a tua irmã está a tirar num curso profissional, não pode andar simplesmente por ai em festas só porque a irmã mais nova quer ir jogar à bola em vez de fazer um favor à mãe. Olha até podes levar o Mike se quiseres. E eu deixo-te ir o Verão inteiro para o campo de férias do teu pai.
- Ok mãe, que chata, mas primeiro duas coisas: eu não gosto de folhos e… acabei com o… Mike. – Esta última frase arranhou-me a garganta, de facto eu tinha acabado com o Mike mas ainda custava a acreditar naquilo.
Uma lágrima quente desceu pelo meu rosto, quente e salgada, limpei-a com a manga do velho casaco que a minha mãe me tinha oferecido há três anos pelos anos.
- Mel, o que aconteceu? – Parecia um pouco confusa, as suas palavras eram doces e suaves assim como quem canta uma canção de embalar a um bebé.
- Lembras-te da Amy? Bem não interessa, quando vinha a caminho de casa, parei na pastelaria e encontrei a Amy e o Mike as beijos ali no meio da pastelaria como se nada fosse. – As palavras saiam com dificuldade por entre os soluços.
- Calma linda, vais ver que isso vai passar, agora temos de pensar em coisas boas, como por exemplo a Gala, o que me dizes de um vestido azul? É a tua cor favorita.
- Mãe, já te disse que as tuas manobras para me distraírem são um pouco fracas? – Disse com uma gargalhada forçada. – Mas sim, acho que o azul ia realçar os olhos verdes.
- Isso mesmo, acho que já sei qual deles pode ser. – Começou a espalhar vestidos em cima da cama à procura de um vestido em especial. Acabou por pegar num azul quase roxo, com um pequeno decote e simples. – Que te parece?
- Humm, nada de folhos, algo simples, nem parece seu Sr.ª. Ann. – Respondi com um sorriso na cara enquanto observava o vestido – Até gosto.
- Vai vestir! Quero ver como te fica! – Estava tão entusiasmada que não quis desfazer a sua alegria, pelo menos que alguma de nos estivesse feliz.
Quando cheguei à casa de banho, vesti o vestido com cuidado, para me habituar a ele, era tão suave e delicado. Olhei-me ao espelho e fiquei espantada, assentava-me perfeitamente no corpo como uma luva, a minha mãe chamou-me para o quarto, fez-me dar uma volta para mostrar o vestido e de seguida sentei-me no toucador.
Soltou o elástico do meu cabelo e deixou-o cair pelas minhas costas, não tinha reparado como estava grande, depois começou a passar a escova no cabelo devagar tirando os nós que se formavam no interior.
- Melanie, olha para o espelho e diz-me o que vês. – Pediu a minha mãe.
- Eu vejo uma rapariga com um vestido e cabelos loiros a ser penteada pela mãe. – Respondi baralhada com aquela pergunta.
- Não é isso, quero que digas o que sentes quando olhas para ti com outras roupas, com outra perspectiva.
- Vejo uma rapariga de cabelos loiros e longos, de olhos azuis, com um vestido bonito arranjado para uma ocasião especial. Podia ser uma princesa, podia ser… eu! – Não queria acreditar no que estava a dizer, mas fazia sentido. Gostava de estar assim toda arranjada e bonita.
- Sentes-te bem? – A alegria na voz da minha mãe aumentou e a minha pele branca começou a corar.
- É uma boa sensação. Não me importava de me vestir assim, mas atenção Sr.ª. Ann, não era todos os dias, uma vez assim por acaso numa ocasião. – Um sorriso começava-se a formar nos cantos dos meus lábios.
- Vou-te deixar em paz e vou acabar o jantar. Tira o vestido para não se amachucar todo. – Largou o meu cabelo e poisou a escova em cima do toucador.
Tirei o vestido, pendurei-o e arrumei os outros dentro das caixas de cartão. Voltei-me a sentar no toucador desta vez com as calças de fato de treino e um top. Continuei a pentear os cabelos ao som de AC/DC. Tentei risco ao meio, de lado, apanhar só a frente mas saia tudo torto, acabei por fazer um simples risco do lado esquerdo e apanhar o cabelo que foi para o lado direito atrás com um gancho.
Já cheirava a batatas fritas e a bifes com cogumelos, o meu jantar estava quase pronto pelo que decidi descer para pôr a mesa.
Mesmo antes de ter tempo para me levantar do tocador a minha mãe gritou:
- Mel tens visitas! Desce rápido!

 

________________________________

 

Nada de especial mas ok, se tiver erros ou coisa parecida estou aberta a criticas ;)

sinto-me: Feliz
música: Dead and Gone - Justin Timberlake
publicado por in's às 10:21
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Domingo, 21 de Junho de 2009

Apresentação

 

Olá,

Eu criei este Blog com o objectivo de postar a minha Fic (nao é que tenha esperanças que alguem a leia mas ok). Chama-se "Da Noite Para o Dia", ainda não está acabada mas vou já começando a preparar as coisas.

"Da Noite Para o Dia" conta a historia de uma rapariga que prefere a bola às saias e que dá uma volta de 180º na sua maneira de ser quando se apaixona por Lian Aiken, que é um actor.

Muito resumidamente, é uma seca mas mesmo assim tinha de tentar

 

Kiss ^^

 

Liam ^^

sinto-me: Cansada
música: Dead and Gone - Justin Timberlake
publicado por in's às 19:25
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